creative strategies for people

4 perguntas estratégicas para desenvolver uma liderança vulnerável, mas corajosa.

O novo líder também chora. A importância da vulnerabilidade e da coragem na liderança. Ao sair da zona de conforto do que é a sua vulnerabilidade, o líder permite-se experienciar, superar as suas expectativas. E quando experimenta, entende que a aprendizagem com o erro resulta em resultados, logo em sucesso.

Este artigo foi escrito por mim e por Luis Gomes da Silva, Head of People, Interaction & Brand na Fabamaq e foi publicado por Human Resources Portugal.

A liderança define o que o future deve ser, alinha as pessoas com essa visão e inspira-as para fazerem com que ela se concretize apesar dos obstáculos.

John P. Kotter

Sim, o novo líder também chora. Estamos em tempos de adaptação global: modelos de negócio, produtos, serviços e respetivas funções estão em transformação para uma adaptação ao que aí vem. O líder que combina a sua visão estratégica de negócio com a confiança que cultiva na sua equipa, está neste momento a repensar como mover a sua equipa e salvar o seu negócio.

Se dá vontade de chorar? Sim dá, claro que sim. Se resolve? Não. Depende. Confuso? Nós explicamos melhor a nossa visão.

Há que transformar a esperança em ações de coragem.

A palavra crise anda na boca do mundo e o momento de chorar pode ser uma pausa para iniciar um processo de aceitação do que aconteceu, mas sobretudo para assentir que temos de desaprender para aprender como mover e cuidar da nossa equipa. A sensibilidade oferece-nos a possibilidade de desenvolver uma relação intensa com os nossos múltiplos “eus” e, dessa forma, termos mais ferramentas para estarmos atentos para tudo aquilo que ainda está para acontecer. Sim, o novo líder pode ser sensível e ao mesmo tempo ser muito bem-sucedido.

A nossa cultura não está preparada para o erro, principalmente em funções de liderança, ainda muito coladas ao resultado daquilo que consideramos sucesso. Talvez esta pandemia venha a ser uma aprendizagem para muitos, porque os que mais rápido aceitarem que vão aprender com o erro, serão também os mais ágeis a criar novas soluções. Assumir esta vulnerabilidade pode ser o primeiro passo para tomar decisões corajosas.

Sim, o novo líder é vulnerável, mas muito corajoso.

Aprender a aceitar o erro e aprender com ele, no contexto da grandeza de atingir resultados, é vital para o processo de desenvolver as suas competências de liderança.

Partilhamos 4 perguntas estratégicas para desenvolver uma liderança vulnerável, mas corajosa.

1.         Identifique as situações em que assumiu riscos. Como se sentiu?
2.         Identifique três palavras que descrevam as vantagens do risco?
3.         Imagine uma personagem que sabe lidar com erro, com grandes desafios sob uma imensa pressão de resultados. Quais as caraterísticas que seria necessário esse personagem ter?
4.         Identifique duas situações de erro e como elas mudaram a sua vida hoje?

Não sabemos por quanto tempo esta pandemia vai manter-se, acho que ainda não temos noção da dimensão do seu impacto na vida humana, porque questionamos a saúde e na economia pelas razões que todos sabemos. 

Acredito que a única forma de atuar neste momento, dia a dia porque tudo muda rapidamente (e vai continuar infelizmente!), é agir de forma informada, consciente e acima de tudo humana, mais do que nunca. 

 

Com carinho,

Raquel

Ao sair da zona de conforto do que é a sua vulnerabilidade, o líder permite-se experienciar, superar as suas expectativas. E quando experimenta, entende que a aprendizagem com o erro resulta em resultados, logo em sucesso. Mas, caro leitor, terá que estar pronto para fazer essa viagem, um processo subversivo de questionar a sua vulnerabilidade e a sua relação com o erro. Sem medo.

Aprender a aceitar o erro e aprender com ele, no contexto da grandeza de atingir resultados, é vital para o processo de desenvolver as suas competências de liderança.

Partilhamos 4 perguntas estratégicas para desenvolver uma liderança vulnerável, mas corajosa.

1.         Identifique as situações em que assumiu riscos. Como se sentiu?
2.         Identifique três palavras que descrevam as vantagens do risco?
3.         Imagine uma personagem que sabe lidar com erro, com grandes desafios sob uma imensa pressão de resultados. Quais as caraterísticas que seria necessário esse personagem ter?
4.         Identifique duas situações de erro e como elas mudaram a sua vida hoje?

Não sabemos por quanto tempo esta pandemia vai manter-se, acho que ainda não temos noção da dimensão do seu impacto na vida humana, porque questionamos a saúde e na economia pelas razões que todos sabemos. 

Acredito que a única forma de atuar neste momento, dia a dia porque tudo muda rapidamente (e vai continuar infelizmente!), é agir de forma informada, consciente e acima de tudo humana, mais do que nunca. 

 

Com carinho,

Raquel

Fotografia Nikita Klimentjev

Vamos desafiar o nosso leitor. Qual o significado de erro para si? Páre e pense neste preciso momento nos erros ou falhas que tem experienciado ultimamente. Muitas vezes os líderes erram porque não têm um plano, ou não atingem objetivos porque não correram riscos. Quando assumimos um risco, acabamos por construir a nossa ação para resultados que até então considerávamos inatingíveis. Este processo de ultrapassar o esperado desafia claramente a capacidade das capacidades que até então estavam demasiado limitadas.

Este momento tem sido um teste permanente à capacidade de o líder construir outros limites. Porquê? Porque foi inesperado, porque alterou toda a realidade que até então conhecíamos. O líder não estava formatado para ser vulnerável. Aliás, ser vulnerável talvez fosse uma barreira para este desenvolvimento pessoal e espiritual do líder, que o mercado não ditava como tendência de competências ou requisito necessário. Sim necessário, sem com isso dizer que será um mau líder, muito pelo contrário.

Ao sair da zona de conforto do que é a sua vulnerabilidade, o líder permite-se experienciar, superar as suas expectativas. E quando experimenta, entende que a aprendizagem com o erro resulta em resultados, logo em sucesso. Mas, caro leitor, terá que estar pronto para fazer essa viagem, um processo subversivo de questionar a sua vulnerabilidade e a sua relação com o erro. Sem medo.

Aprender a aceitar o erro e aprender com ele, no contexto da grandeza de atingir resultados, é vital para o processo de desenvolver as suas competências de liderança.

Partilhamos 4 perguntas estratégicas para desenvolver uma liderança vulnerável, mas corajosa.

1.         Identifique as situações em que assumiu riscos. Como se sentiu?
2.         Identifique três palavras que descrevam as vantagens do risco?
3.         Imagine uma personagem que sabe lidar com erro, com grandes desafios sob uma imensa pressão de resultados. Quais as caraterísticas que seria necessário esse personagem ter?
4.         Identifique duas situações de erro e como elas mudaram a sua vida hoje?

Não sabemos por quanto tempo esta pandemia vai manter-se, acho que ainda não temos noção da dimensão do seu impacto na vida humana, porque questionamos a saúde e na economia pelas razões que todos sabemos. 

Acredito que a única forma de atuar neste momento, dia a dia porque tudo muda rapidamente (e vai continuar infelizmente!), é agir de forma informada, consciente e acima de tudo humana, mais do que nunca. 

 

Com carinho,

Raquel

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